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Vander Loureiro

Autor

Vander Loureiro é autor da obra "The Beverlys"

Vander Loureiro

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Nasci em cinco de junho em Avaré, cidade do interior de São Paulo, no ano de 1929. Provavelmente meu nome se deve ao fato de que meu pai gostava muito de cinema hollywoodiano e, em função disto, imagino ser uma das primeiras pessoas a serem registradas com o nome de Wander no Brasil. Eu, minha irmã Herondina e meus pais, vivíamos em Presidente Prudente. Meu pai faleceu antes que eu completasse três anos de idade e pouco tempo depois desta data, sofri um acidente que praticamente impossibilitou os movimentos de minha mão direita. Em 1937 mudamos para São Paulo, indo morar em São Miguel Paulista, onde frequentei o grupo escolar até o quarto ano primário. Minha mãe conseguiu uma vaga para mim na escola SENAI, patrocinada pela Nitro Química, na qual em 1946 me formei mecânico. Nesse período fui atleta pelo Clube de Regatas Nitro Química, participando de 3 corridas São silvestre. A esta altura conheci os irmãos Alexandrino, que me convidaram para fazer parte de um conjunto musical chamado Estrela Dalva. Ali começou minha vivência musical. O grupo Estrela Dalva era formado por Orlando Viana, José, Benedito, Eudóxio Alexandrino e por mim, existindo até 1950, quando os casamentos começaram. Casei-me com Amélia de Paula em 1951. Vanderlei, meu primeiro filho nasceu em 1953 e doze anos mais tarde, em 1965, chegou Vanderly, minha filha. Em 1957 participei da formação do grupo "The Beverlys", que trazia um estilo musical inédito no país, o "doo wop" e que participou intensamente do movimento Jovem Guarda até 1967. Nunca parei de pesquisar e de me interessar pela música. Em 1983 me tornei presidente da ala de compositores do Grêmio Recreativo Escola de Samba Nenê de Vila Matilde, até hoje a única escola de samba que desfilou no Sambódromo do Rio de Janeiro. Justamente no período em que eu presidia a ala de compositores, posição que ocupei até o ano de 1986. Entre as décadas de setenta e oitenta, fiz parte do conjunto Regional do Maurino, que acompanhava o cantor Noite Ilustrada. Nesta fase acompanhei o grupo em diversas apresentações em cidades paulistas. Também fui integrante do grupo Sambalanço, participando de apresentações em cidades do interior do estado e na capital, em casas noturnas como São Paulo Chic, famosa na época. Após a saída do Sambalanço, a maioria dos integrantes do Regional do Maurino, passou a integrar o grupo Tradição, que também se dedicava ao samba. Continuo ainda hoje a me interessar por música, frequentando regularmente dois grupos de admiradores da música brasileira, sendo que um destes grupos se encontra às terças-feiras no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo e outro grupo que reúne também músicos, pesquisadores e eventualmente artistas na casa de instrumentos musicais Contemporânea.

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