Valdivino Alves do Nascimento - Editora Viseu
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Valdivino Alves do Nascimento

Autor

Valdivino Alves do Nascimento é autor da obra "Quem conhece, ama - História das lojas maçônicas de Tocantins"

Valdivino Alves do Nascimento

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 Valdivino Alves do Nascimento, Nasceu em 1.952 na cidade de Natividade, no seio de uma família de retirantes que vinha do Estado de Alagoas e Estado do Sergipe; em 1.956 mudou-se para a cidade de Gurupi - Tocantins, antigo Norte de Goiás, onde ali cresceu; seus pais chegaram em Goiás atravessando o Estado da Bahia, já com seus seis filhos, quando chegaram à pequena cidade de Natividade localizada no estremo Norte de Goiás. Aos onze meses mudaram para o município mais ao Sul do antigo Goiás em cidades circunvizinhas; com grande dificuldade financeiras, começou seus estudos primários.  

Ainda na escola da roça, os assentos escolares utilizados pelos alunos eram bancos feitos de troncos de árvores para assistir as aulas. A primeira professora usando de sua criatividade, utilizava papel pautado em branco de folha de caderno, para fazer as anotações do resultado das notas das provas sendo esse mesmo papel utilizado para a confecção de seu primeiro boletim, devido a precariedade existente ali naquela escola no sertão do antigo Norte de Goiás. A escola não contava nem mesmo com quadro negro, apagar e giz, as cadeiras eram improvisadas bancos de madeira feitos a machado, como relatei acima; os cadernos onde eram copiadas as tarefas eram feitos em papel marrom saco de pão confeccionado manualmente, e os cadernos, para se escrever no mesmo, eram colocadas nas pernas dos alunos para servir de apoio. A professora era uma moça muito simpática, cortejada por muitos rapazes da redondeza. Chamava-se Raimundinha, onde guarda a lembrança até hoje, todos a achavam muito bonita e educada. 

O trajeto para sair de casa e chegar até a escola, era bastante longo, tinha que andar mais de 15 quilômetros de sua casa até a escola, que ficava em outro sitio na redondeza da mesma vizinhança, no mesmo município da cidade de Gurupi. Sua ida era feita de bicicleta, o calor e o sol escaldante eram muito desconfortantes, principalmente no retorno para casa, quando terminava a aula lá para as doze horas, além do suor da fatiga o cansaço também era muito grande em determinada época do ano. Completando o terceiro ano primário, teve que fazer seus estudos na pequena cidade de Gurupi, que ficava a doze quilômetros de distância do pequeno sítio que morava juntamente com seus pais e irmãos.  

Com isto aumentava ainda mais o grau de dificuldade para que tivesse o tão sonhado domínio das letras e da matemática, tão essencial para quem quer vencer na vida. Esta trajetória feita de segunda a sábado, também para percorrer esta trajetória, a distância, que era sempre feita pedalando de bicicleta. Quando completou o primário – hoje fundamental – ficou mais difícil ainda, teria que fazer o quinto ano ou quinta série, exame de admissão, equivalente ao vestibular de hoje, era a revisão de todo o conteúdo estudado e feito nos primeiros anos que iam do primeiro ano ao quarto ano primário, o que obteve nota máxima conseguindo entrar para o curso ginasial, onde vários professores daquela época também só tinham o curso ginasial.  

O ensino religioso era obrigatório naquele tempo, quem fizesse o ginásio – como era chamado - tinham que conhecer com bastante profundidade a religião Católica Apostólica Romana. Lembra o autor que o professor era o pároco da cidade, um dos fundadores e primeiro pároco que chegou a Gurupi. Recém-formado e ordenado em seminário de Belo Horizonte – MG, Pe. Geraldo Marques Torres. Este mesmo padre que se tornou seu amigo particular e de seus familiares foi quem realizou seu batismo, na paroquia de Santo Antônio, tendo sido batizado quando estava já com doze anos de idade. O pároco também era professor na matéria de história e Moral e Cívica, que ainda era praticado nas escolas daqueles tempos. Cantavam o hino nacional todos os dias para entrar e para sair, no final das aulas, tinham que hastear a Bandeira do Brasil, símbolo sagrado da querida Pátria.  

Enquanto que na cidade enfrentava as adversidades naturais para que pudesse conhecer as letras, precisava ao termino das aulas retornar ao campo para ao lado de seus irmãos onde juntos executavam tarefas de roçagem de pastos em fazendas vizinhas, ou participar da confecção de farinha de mandioca para a manutenção de seu sustento e o pagamento de seu aluguel um pequeno cômodo que ficava alugado para ele durante o ano todo na cidade de Gurupi.  

Assim, tendo aos dezessete anos de idade completado o curso com muita luta e sacrifício, enquanto que só aos trinta e cinco anos pode ingressar em uma faculdade.  

Cursou Sociologia e Filosofia foi os primeiros cursos a serem concluídos na faculdade de Anápolis, depois cursou Pedagogia na cidade de Paraiso do Norte. Conclui mestrado em sociologia na cidade de Feira de Santana Estado da Bahia; cursou mestrado em Teologia com especialização em psicologia pastoral em Santa Inês no Estado do Maranhão, Retornando a seu Estado Natal, que mais tarde se desmembrou do Estado de Goiás e passou a se chamar Estado do Tocantins; foi professor por dezessete anos. Funcionário público estadual, pertencente ao quadro da polícia científica por quinze anos, perito criminal, se especializou em documentoscopia e balística, hoje aposentado. Atualmente reside em Palmas capital do Estado do Tocantins. Ocupa seu precioso tempo livre para ler vários livros que é o seu robe, ouvir música clássicas, no momento termina de escrever seu 2º livro (História das Lojas maçônicas do Estado do Tocantins); na visão do autor com uma leitura voltada para o presente e para o futuro.   

Neste novo livro resgata seu tempo em que ficou viajando sendo palestrante como professor de filosofia e sociologia. Aproveitando a natureza com suas exuberâncias, o cantar dos pássaros, aproveitando o frescor do vento roçando em seu rosto embaixo dos frondosos pés de mangueiras em seu sitio ao pé da Serra do Carmo, junto ao espigão que corta o Estado do Tocantins de \norte a Sul, entre os rios Araguaia e Tocantins no centro do coração do Brasil.  

 

ATIVIDADES MAÇONICAS EXERCIDA 

 

GRAUS SIMBOLICOS: 

 

Iniciado na Ordem no dia 1º de janeiro do ano de 1.980, Loja Estrela do Paraiso nº 39 naquela época da Potência Grande Loja Maçônica de Goiás, que após 4 anos, filiou-se definitivamente para a Potência Federativa do Grande Oriente do Brasil, na Loja Fraternidade e Justiça de Gurupi nº 1.947.  

Mestre Instalado. CIM Nº 139.273 – GOB – DF. Portador do Título Estrela de Distinção Maçônica. Ato nº 22.989 de 30 de maio de 2016.Registro no Poder Central sob nº 80.892. Processo nº 492640/2016. 

Fundador e 1º Venerável Mestre, da Loja Maçônica, hoje, benfeitora da Ordem Filhos da Luz nº 2.286 – Oriente de Paraiso do Norte, hoje Paraiso do Tocantins;     

Fundador e 1º Orador da Loja Maçônica, Luz Pioneira de Palmas nº 2.590, Oriente de Palmas – TO, Capital; 

Fundador e 1º Orador da Loja Maçônica, Luz e Igualdade Tocantinense nº 2.417 – Oriente de Porto Nacional – TO; 

Fundado e 1º secretário da Loja Maçônica – Mensageiros da Luz nº 3.200, Oriente de Palmas – TO; 

Fundador da Loja Maçônica Estrela do Renascer nº 3.238 – Oriente de Palmas – TO;  

Durante 38 anos de maçonaria, com vários mandatos como Orador, 1ª vigilante, segundo vigilante e secretario de várias lojas maçônicas; 

Fundador da Loja Maçônica, Cavalheiros do Sol nº 3.728 - Oriente de Taquaralto – Palmas – TO; 

Fundador da Loja Maçônica – Universitária, 21 de abril nº 4.050 - Oriente de Taquaralto – Palmas – TO; 

Deputado Estadual da Loja Maçônica Filhos da Luz nº 2.286 do Oriente de Paraiso do Tocantins; 

Deputado Federal pela Loja Maçônica Filhos da Luz nº 2.286 do Oriente de Paraiso do Tocantins - TO; 

Deputado Federal pela Loja Maçônica Igualdade dos Homens nº 2.113 do Oriente de Ponte Alta do Tocantins – TO; 

 

FUNDADOR DOS GRAUS FILOSÓFICOS: 

 

Loja de Perfeição D. Pedro I, nº 04 e primeiro presidente; 

Fundador e 1º presidente do Capitulo Rosa Cruz MAHATMA GANDI no Oriente de Paraiso do Tocantins – Hoje no Oriente de Palmas; 

Fundador do Ilustre Conselho Filosófico de Kadosch, 1º Orador naquele Corpo filosófico; 

Fundador e 1º Vigilante do Consistório nº 150, oriente de Palmas – TO; 

Sua elevação no Grau 33 - Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 Para o Rito Escocês Antigo e Aceito, de Grande Inspetor Geral, Grau 33º, IME nº 046.150; proclamado em: 27 de junho de 1.998, Patente 193.831- Emissão em 27 de junho de 1,998. Código do Corpo nº 50004, Consistório nº 04 - Goiânia – GO. 

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